sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Carta aberta à antiga, muy nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto.
Querido Porto,
Não imaginas a saudades que eu tive de ti! Tanto mar nos afastou, tanto tempo se passou! Nem sabes o quanto eu sentia falta das tuas pequenas e elevadas ruas, do magnífico esplendor do Rio Douro, da Ponte D. Luís, da Ribeira, da Praça dos Aliados, da Foz, do Dragão, da tua culinária, das tuas meninas, do eterno nevoeiro as quatro horas da manhã. Mas senti mais falta ainda do teu povo, dessa gente simples, mas tão bondosa de alma e coração, sempre a receber os estrangeiros de braços abertos. Dos sorrisos que abundam nas faces dessa gente. Do humor presente na sua fala.
Querido Porto, deves já saber que o nosso futuro é incerto, mas o nosso passado foi uma bela história, cheia alegria e felicidade. Foi em ti que passei os anos mais felizes da minha vida. Foi em ti que me formei na escola da vida, que passei a ver um mundo por outros olhos. É a ti a quem devo agradecer por tantos momentos inesquecíveis.
Não estaremos juntos no futuro. Mas quando eu voltar, acredite em mim, irei te cumprimentar com aquele abraço "quebra-costelas" e com aquele grito retumbante, "Bibá o Puorto, carago!".
Com muito carinho,
El Cid
Não imaginas a saudades que eu tive de ti! Tanto mar nos afastou, tanto tempo se passou! Nem sabes o quanto eu sentia falta das tuas pequenas e elevadas ruas, do magnífico esplendor do Rio Douro, da Ponte D. Luís, da Ribeira, da Praça dos Aliados, da Foz, do Dragão, da tua culinária, das tuas meninas, do eterno nevoeiro as quatro horas da manhã. Mas senti mais falta ainda do teu povo, dessa gente simples, mas tão bondosa de alma e coração, sempre a receber os estrangeiros de braços abertos. Dos sorrisos que abundam nas faces dessa gente. Do humor presente na sua fala.
Querido Porto, deves já saber que o nosso futuro é incerto, mas o nosso passado foi uma bela história, cheia alegria e felicidade. Foi em ti que passei os anos mais felizes da minha vida. Foi em ti que me formei na escola da vida, que passei a ver um mundo por outros olhos. É a ti a quem devo agradecer por tantos momentos inesquecíveis.
Não estaremos juntos no futuro. Mas quando eu voltar, acredite em mim, irei te cumprimentar com aquele abraço "quebra-costelas" e com aquele grito retumbante, "Bibá o Puorto, carago!".
Com muito carinho,
El Cid
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